terça-feira, 8 de junho de 2021

Covid-19: casos positivos levam quase toda a EB1 da Igreja para isolamento

Publicada por A.Mendes



FONTE:REFLEXO DIGITAL:








 

Covid-19: casos positivos levam quase toda a EB1 da Igreja para isolamento

Bruno José Ferreira
Educacao \ sexta-feira, junho 04, 2021
© Direitos reservados
Ocorrência de dois casos positivos na Escola EB1, em Sande São Martinho, leva a que apenas sete alunos não estejam em isolamento profilático.

Sensivelmente 95 por cento dos alunos da Escola EB1 da Igreja, em Sande São Martinho, está em isolamento profilático depois de terem surgido dois casos positivos da Covid-19.

Numa fase em que os números no concelho dão sinais positivos, a ocorrência destes dois casos levou a que o protocolo esteja a ser cumprido à risca, pelo que todos os contactos foram considerados de risco e isolados.

Assim sendo, a esmagadora maioria da escola de Sande São Martinho está em isolamento profilático, nomeadamente alunos, professores e assistentes operacionais. No caso dos alunos, apenas sete não está a cumprir isolamento profilático.

João Montes, diretor do Agrupamento de Escolas das Taipas, deu conta ao Reflexo que estão a ser seguidas as diretrizes da DGS.

“Será seguido todo o protocolo, os pais receberão em breve a prescrição para a testagem em massa que vai acontecer, quer de alunos quer de professores e de assistentes operacionais. Até dia dezasseis 95% dos alunos fica em isolamento profilático”, refere.

Neste período volta o ensino à distância, com os alunos da Escola EB1 da Igreja a ter aulas à distância. 

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Câmara de Guimarães proíbe realização de queimas e queimadas até final do mês.

Publicada por A.Mendes

 FONTE:GUIMARÂES DIGITAL.

Câmara de Guimarães proíbe realização de queimas e queimadas até final do mês

A realização de queimas e queimadas encontra-se interdita até ao final deste mês. O anúncio foi feito pela Autarquia vimaranense através da rede social facebook.

"Considerando a recomendação do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, devido as condições meteorológicas previstas para as próximas semanas, em especial o aumento da temperatura bem como o agravamento do risco de incêndio para o concelho de Guimarães", justifica o Município, indicando que as comunicações efectuadas previamente para realização de queimas e queimadas neste período, são consideradas não autorizadas.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Para conhecer ou recordar a nossa Freguesia.

Publicada por A.Mendes

 



DESCRIÇÃO DA FREGUESIA
 
Situa-se a uma distância de nove quilómetros da sede do concelho.
"O reitor desta freguesia, de 1758, padre Jerónimo Pereira da Silva, na sua memória original, situa a dita freguesia «em um declivoso terreno», a coberto de montes, entre os quais o de Outinho. A arqueologia da freguesia de Sande (S. Clemente) significa identicamente para esta, e até a toponímia desta mesma se pode pôr de par com a daquela, pelas suas várias espécies"
O topónimo Couto assim como os topónimos Cimo de Vila e Paço, "... têm lições históricas que se penetram e se completam, significando, ora a mansão de um senhor remoto dessa propriedade ora, Couto nomeadamente, a imunização (decerto muito posterior) dela. A este respeito de propriedades alti-medievas, há que salientar os topónimos de idêntico significado nesta freguesia: Alvite, que é o genitivo Alviti sc, «villa» de alvitu(s), n. pessoal de origem germânica".
Quintães, um outro genitivo, Quintani «villa», de uma Quinta (n. pessoal monotemático de origem igualmente germânica), e Sande, de Sandi «villa .(...)
(...) O mesmo pároco desta freguesia, na sua memória original (onde escreve Salhariz, por certo devido à pronúncia Sèlhariz), acusa a existência de uma torre senhorial antiga cerca da igreja, atribuída como sempre, a mouros, pelo povo, ainda com perto de sete metros de altura — mas «dizem fora mais alta em outro tempo» e «hoje serve de casa em que reside o cura» (séc. XVIII). Esta existência senhorial, porém, não autoriza a supor daqui a dita «meana de Selhariz».
Tendo por limites a margem direita do rio Ave, o monte de Outinho, a serra da Falperra e o relevo da Citânia de Briteiros, existiu desde remotas eras, segundo rezam velhos documentos, a chamada Terra de Sande, que se compunha de dezanove freguesias, das quais oito desapareceram na voragem dos tempos. Tinha como centro dinamizador o Mosteiro de Sande (anterior à nacionalidade — ou, pelo menos, ao século XII), a cujo topónimo foi buscar nome, e estendia-se pela área hoje ocupada pelas freguesias de S. Martinho, S. Clemente e S. S. Lourenço. Na de S. Martinho estava implantado o convento, que pertenceu, segundo algumas opiniões, aos monges Agostinianos e, historicamente assegurado, depois, aos Beneditinos. Em 1444, o arcebispo D. Fernando da Guerra transformou-o em abadia secular, sendo mais tarde convertido em comenda da Ordem de Cristo.
Por sua vez, a Terra de Sande estava, segundo o Censual de Braga — “o mais antigo e importante da Europa ocidental”, na opi-nião autorizada do Prof. A. de Jesus Costa —, na zona de influência, primeiramente, do arcediago de Lanhoso e, depois, na de Vermoim. Só em 1835 Sande e o seu alfoz passaram para a dependência do arciprestado de Guimarães, a cuja terra foi incorporada civil e eclesiasticamente.
Das oito freguesias desaparecidas acima citadas, duas encontravam-se dentro dos limites do mosteiro: Santa Maria de Sever e S. Pedro de Ruivós, que foram absorvidas, respectivamente, por S. Martinho e por
S. Clemente.
Em tempos pré-históricos, viveram outros povos dentro dos muros da Terra de Sande, no conhecido Castro de Sabrosa, implantado na zona que hoje pertence a S. Lourenço.
Por Sande passava a via romana Braga-Astorga, parte da grande via que ligava Lisboa a Roma. É na margem desta estrada, de que ainda existem vestígios, que existem os túmulos dos Quatro Irmãos, cuja lenda serviu de enredo a mais do que um autor e de motivo para várias versões.
Conta acerca deste nome o pároco de 1758: “Neste lugar de Quatro Irmãos se vê para a parte do norte, na estrada que discorre de Guimarães para Braga, quatro sepulturas de pedra fina, que se não sabe memória certa das pessoas que nelas existem; porque uns dizem serem de quatro irmãos que tiveram pendências e que neste lugar se mataram uns aos outros; a mim me parece manifesto engano, pela razão de se verem as mesmas sepulturas com decência para aqueles tempos, pois se admiram nas suas cabeceiras esculpidas cruzes da Ordem de Cristo, e com especialidade em três delas desenhadas espadas; e à vista disto me persuado ser isto do tempo dos Templários”.
Andava muito próximo da verdade o criterioso pároco — com eventual equívoco na análise às cruzes (parece haver confusão entre a do Templo e a de Cristo) —, mas o povo é que não quis saber destes rigores históricos, e prosseguiu com as suas fantasias.
De facto, o grupo de túmulos não devia passar do que, até ao século XIII, se chamava “marmoirais” (ou memoriais), embora estes já não tivessem arcos no século XVIII (ou talvez os não possuissem nunca). Devem ser anteriores ao século XIII ou, pelo menos, ao XIV, e provam a perduração do costume de colocar os túmulos à beira da estrada. Tratar-se-á, portanto, de sepulturas de pessoas ilustres da região.
A antiguidade de Sande é comprovada, também, pelo nome de um curso de água que a banha em toda a sua extensão, nascido na encosta do monte Sameiro e que é afluente do rio Ave. É conhecido por rio Febras, o “Rivulo Feveros” de que falam as inquiri-ções do século XII e cuja grafia — na opinião do paleólogo Jesus Costa — vem de tempos anteriores à invasão da Península pelos árabes.
Na freguesia, além da bela igreja paroquial, a mais vasta das redondezas e que substituiu uma de estilo românico no século XVII, existem duas capelas: a de Santo Amaro, cuja festa, sempre muito concorrida, se efectua nos meados de Janeiro, e a formosa Capela de S. Bernardo, da Quinta de Tarrio, de bela traça D. João V e que possui diversas imagens coevas da sua construção.
Terra de trabalho. Na agricultura, com uma série de quintas de “gente de algo”, granjeadas por uma dinastia de honrados lavradores. Na indústria, foi Sande, até há poucas dezenas de anos, o centro principal do país na produção de garfos de ferro, que ocupava grande parte da mão-de-obra masculina. Eram espalhados pelas tradicionais feiras da província por “ambulantes”, de que ainda hoje existem descendentes, ao som do famoso pregão: “Quem quer navalhas baratas, canivetes, alicates, garfos chatos, oitavados e redondos, trinchadores, facas de folheto!”
As mulheres, além do trabalho doméstico, que incluia a “ida ao monte” à procura de “piques” e “caruma” para acender a lareira e o forno onde eram preparados o “caldo e broa”, agarravam-se ao tear manual a tecer teias de pano barato, desde antes do romper da aurora até adiantadas horas da noite, espalhando pelos ares a sinfonia barulhenta dessas preciosas peças etnográficas, hoje completamente desaparecidas.
Actualmente, a indústria dominante e que absorve quase completamente a mão-de-obra desta terra é a produção de talheres, em unidades industriais cuja dimensão se impõe mesmo a nível internacional e de cujo ramo foi pioneira na aplicação de aço inoxidável, nos princípios da década de trinta, na então importante Fábrica de Sande.
A cerca de nove quilómetros da sede do concelho, está a freguesia de S. Martinho de Sande implantada na encosta do monte de Outinho, em autêntico anfiteatro, de cujo Picoto se goza uma visão paradisíaca sobre o vale do Ave. Estende-se por dezenas de lugares onde se destacam, pela sua dimensão, os da Rocha, Cima de Vila, Ribeira, Pontes e Gaias. Os outros são: Alvite, Assento, Burgão, Cachadinha, Cuteluda, Lamelas, Pedreira, Reguengos, Souto, Saburno e Tarrio.
Ao lugar de Gaias tornou-o conhecido Camilo Castelo Branco, no seu romance “A Enjeitada”. Aqui se situa uma ampla e velha escola, doada em 1877 por Alexandrina Vieira Marques. Hoje substituída, permanece na lembrança de muitas gerações que por ela passaram e que sonham vê-la aproveitada como museu etnográfico das indústrias artesanais que afamaram Sande pelos tempos fora.
À mesma família pertencia o Dr. Inácio Ferreira Marques, da Casa do Salgueiro, que financiou, durante anos, a cantina da referida escola. Na mesma linhagem familiar e de benemerência vem o nome de Maria Teresa Ferreira Marques.
Outros ilustres: o professor João Rodrigues Marques — que ensinou na velha escola, com competência e dedicação, durante trinta ou quarenta anos — e, finalmente, o coronel-médico Francisco Garcia — que viveu em Sande e que, há cerca de cem anos, se notabilizou nas Campanhas de África como estudioso e divulgador dos problemas sanitários coloniais.
Como síntese do que fica escrito, seja permitida a transcrição das impressões que José Augusto Vieira registou, no século passado, na raridade bibliográfica “O Minho Pitoresco”:
“Descendo as abas da serra da Falperra, note a situação das quatro Sandes (S. Clemente, S. Lourenço, S. Martinho e Santa Maria de Vila Nova), embora em uma excursão pela estrada de Braga melhor tivesse ensejo de as conhecer, visto que marginam o caminho à esquerda da Vila Nova de Sande e S. Clemente, e à direita, no fundo de uma pitoresca bacia vegetal, S. Martinho e S. Lourenço. As três Sandes primeiras formaram até ao século XVI uma só paróquia, dividindo-se depois em três curatos dependentes do de S. Martinho, que era o mais importante tanto sob o ponto de vista de população como de recordações históricas.”
 
 

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Claudia Silva é a candidata á Junta de Freguesia de Sande S. Martinho pela Coligação Juntos por Guimarães.

Publicada por A.Mendes

 FONTE:GUIMARÂES DIGITAL.

Juntos por Guimarães anuncia candidatos a diversas juntas de freguesia



A coligação Juntos por Guimarães divulgou nos últimos dias alguns dos seus candidatos autárquicos às freguesias nas eleições previstas para este ano.
Elda da Silva, é a candidata em Ronfe, André Duarte em Gonça e Cláudia Silva em Sande São Martinho. Em Ponte, a candidata é Virgínia Encarnação, Fernando Ribeiro é cabeça de lista em Briteiros Santo Estêvão e Donim, Natividade Lopes em Leitões, Oleiros e Figueiredo, Filipe Miranda em Barco e João Diogo Costa em Pencelo.

Em Sande Vila Nova e Sande São Clemente o candidato é Tiago Rodrigues, Diogo Costa em Briteiros S. Salvador e Briteiros Sta. Leocádia, Filipa Leite em Polvoreira, Eduardo Pereira em Moreira de Cónegos e João Miguel Reis em Lordelo.


quarta-feira, 26 de maio de 2021

Obras na Fachada do Cemitério

Publicada por A.Mendes

 A JUNTA DE FREGUESIA VISANDO A SEGURANÇA DOS VISITANTES DO CEMITÉRIO, BEM COMO A REMOÇÃO DOS CEDROS QUE ESTAVAM A PROVOCAR DANOS NO MURO PRINCIPAL DO MESMO, PROMOVEU OBRAS DE BENEFICIAÇÃO DIGNAS DE REALCE, TERRAS DE SANDE CONGRATULA-SE COM AS REFERIDAS OBRAS DEIXANDO AQUI OS PARABÉNS Á JUNTA DE FREGUESIA PELA REALIZAÇÃO DAS MESMAS.






 

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Plano de gestão de flora exótica infestante no Castro de Sabroso

Publicada por A.Mendes

 FONTE:GUIMARÃES DIGITAL

Plano de gestão de flora exótica infestante no Castro de Sabroso



A Sociedade Martins Sarmento e o Laboratório da Paisagem têm em marcha um plano de gestão de flora exótica infestante no Castro de Sabroso, em S. Lourenço de Sande, com o apoio do Município de Guimarães. A presença destas espécies tem provocado constrangimentos na preservação e visitação do sítio arqueológico, nomeadamente pela proliferação de mimosa.
Como forma de assinalar a 2º Semana Nacional, e 1ª Semana Ibérica de Sensibilização sobre Espécies Invasoras, as duas instituições organizam, no próximo dia 29 de Maio, sábado, uma acção teórico-prática sobre as técnicas de remoção da flora invasora. A iniciativa, que é de participação gratuita e limitada a 20 pessoas, é aberta à comunidade, devendo para isso os interessados inscrever-se através do seguinte endereço: https://forms.gle/7wKcvv7mqpbDGu8s5

A acção decorrerá entre as 10h00 e as 12h30 horas no Castro de Sabroso, sendo a primeira visita pública realizada no monumento desde o início dos trabalhos de limpeza florestal.


sexta-feira, 21 de maio de 2021

Agenda para o fim de semana desportivo.

Publicada por A.Mendes

 FONTE: GUIMARÂES DIGITAL.


Agenda Desportiva

Conheça o alinhamento do fim-de-semana desportivo para as equipas vimaranenses.


Campeonato de Portugal – Acesso Liga 2 – 5ª jornada

Domingo, 18 horas
Trofense - Pevidém

Campeonato de Portugal – Acesso Liga 3 – 5ª jornada
Domingo, 18 horas
Mirandela - Vitória B

Taça Nacional Sub-19 – 3ª jornada
Sábado, 17 horas
Sp. Braga - Vitória

Taça Nacional Sub-17 – 3ª jornada
Domingo, 11 horas
Sp. Braga - Vitória

Taça Nacional Sub-15 – 3ª jornada
Domingo, 11 horas
Paços Ferreira - Vitória

Futebol Feminino – Nacional da 3ª Divisão – 9ª jornada
Sábado, 16 horas
Vitória - Tabuadelo
Polvoreira - Juventude Mouquim

A.F. Braga - Pró-Nacional – 9ª jornada
Sábado, 16 horas
Ponte - Ronfe

Serzedelo - Taipas
Arões - Sandinenses

Domingo, 16 horas
Torcatense - Porto D´Ave

A.F. Braga – Divisão de Honra – 7ª jornada
Sábado, 16 horas
Campelos - Celoricense
Selho - Amigos Urgeses
Antime – Pevidém
São Paio - Polvoreira

Domingo, 16 horas
Gonça - Airão

A.F. Braga – 1ª Divisão – 9ª jornada
Sábado, 16 horas
Tabuadelo - Santo Estêvao
Prazins/Corvite - Aldão/Cano
Souto Gondomar - São Cristóvão
Alvite - Taipas B
Santiago - Sweet Night

Domingo, 16 horas
Sandinenses B - Brito B
Oliveirense - Ases
Ronfe B - Delães

Andebol – Nacional da 2ª Divisão – 13ª jornada
Sábado, 18 horas
Modicus - Xico Andebol

Andebol – Nacional da 3ª Divisão – 11ª jornada

Sábado, 14 horas
Xico Andebol B - BECA

Sábado, 16 horas
Águas Santas B - Vitória

Andebol – Nacional da 2ª Divisão Feminino – 7ª jornada

Sábado, 18 horas
Pedras Rubras - Xico Andebol

Pólo Aquático – Nacional 1ª Divisão - Play-off título – 6ª jornada

Sábado, 18 horas
Vitória - Clube Aquático Pacense


segunda-feira, 17 de maio de 2021

Recolha de resíduos em Guimarães vai sofrer "reviravolta" a partir do segundo semestre

Publicada por A.Mendes

 FONTE:GUIMARÂES DIGITAL.


Recolha de resíduos em Guimarães vai sofrer "reviravolta" a partir do segundo semestre

A Câmara Municipal de Guimarães apresentou esta segunda-feira, na reunião do executivo, o Plano de Gestão de Biorresíduos de Guimarães 2030 (PGBG2030), que pretende definir a estratégia e as acções a desenvolver pelo Município, quanto à gestão desta fração em toda a área do concelho, em articulação com as políticas nacionais e europeias em matéria de gestão de resíduos. 

O Plano vai ser integrado de forma gradual, em diferentes fases, com o objectivo de alcançar todo o território em 2028, e vai funcionar em sistema de recolha porta a porta, na sua maioria, e através de moloques. "Pretendendo-se aliar o projeto PayT (Pay-as-you-throw) e esta nova recolha selectiva, alargando-o com o início da recolha seletiva de biorresíduos, criando-se um sistema Pay adaptado à recolha dos orgânicos, beneficiando o utilizador que efectuar a separação de mais um resíduo, penalizando a fração restante", explicou a Autarquia.

Desta forma, a tarifa de resíduos deixará de estar indexada à tarifa da água e passará a ser o utilizador responsável pela quantidade de resíduos que produz. "É um sistema que beneficia o ambiente, contribui para as metas de sustentabilidade a que estamos obrigados e vai premiar comportamentos. Quanto mais reciclar menos pagará na sua factura", adiantou a vereadora do Ambiente, Sofia Ferreira.   

O Plano tem como horizonte temporal o ano de 2030, integrando uma componente da Estratégia da Estrutura de Missão para o Desenvolvimento Sustentável 2030, e entrará em discussão pública no dia 19 deste mês e estará em discussão durante 20 dias. "Estamos perante um processo complexo. No final do mês de junho será feita uma apresentação pública do Plano, onde será apresentada toda a metodologia, as acções e os equipamentos. É um plano que vai obrigar a uma alteração de comportamentos e é fundamental sentirmos que todos estão envolvidos. Ao longo do processo vai existir uma forte campanha em acções de sensibilização, informação e de trabalho com a comunidade", referiu Sofia Ferreira, acrescentando que será um investimento que rondará, nesta primeira fase, os 829 mil euros, com um financiamento de 500 mil euros.        

O sistema será implementado por fases, que permitirá de forma gradual abranger a totalidade da população. A primeira fase arranca no segundo semestre e será promovida na área abrangida pelo sistema PayT e nas freguesias mais urbanas do Município e que incluem maior densidade, designadamente,restaurantes, hotéis/ alojamento, superfícies comerciais e comércio tradicional, totalizando 34% da população. A segunda fase arranca em 2024 e alarga-se à zona envolvente, considerando ainda a localização dos potenciais produtores de biorresíduos, abrangendo 58% da população. Segue-se uma nova fase em 2026, abrangendo mais 17% de habitantes. A partir do ano 2028 será possível iniciar o alargamento da recolha seletiva de RUB a todo o concelho.

"É um novo modelo de gestão de resíduos. As normas comunitárias definem um conjunto de metas e um calendário que obriga as entidades gestoras a proceder à recolha selectiva de biorresíduos. Iremos implementar em 2021, antecipando o processo que tem data limite o final de 2023. O objectivo é eliminar o envio de resíduos para aterro em 2030 e ter práticas mais sustentáveis de tratamento de resíduos", apontou a vereadora.